nohe-toleton
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Tags: altamira de tecnologica universidad
un repegoncillo para la niña toleton
CETAM - Centro de Educação Tecnológica do Amazonas
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- Author: MeneMoney
Campanha Governo do Amazonas, VT CETAM, realizado pela agência MeneMoney.
little
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- Author: adolfmaster1808
Tags: acorp adolfo aramayo autocompra futura kiosco kiosk smartkiosk tecnologia
video descriptivo de la empresa tecnologica creada en Navarra Futura Acorp, donde conviven nuevos desarrollos informaticos y un alto nivel de cualificacion y preparacion.
máquinas que se exibem + máquinas funcionando
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- Author: mruvru
Tags: "Arte "Avant-garde "Contemporary "Current "Estética "Functioning "Machine "Movimentos "Technological Aesthetics" Agora" Art" Contemporânea" da de Movements" Máquina" Object Objeto Tecnológica" Vanguarda"
Essa pesquisa tem como objetivo mais direto falar sobre a máquina na arte de agora como uma proposta para a arte que vem. A máquina na era dos computadores e da Internet é a máquina da informação. Antes pesada e monstruosa, ela fica mais próxima do ser humano e se torna uma idéia, uma abstração, diagramas e números, um problema ou uma poesia. Deste modo é que exibimos e fazemos funcionar alguns questionamentos e pensamentos sobre a máquina na arte. A forma que a tecnologia deve possuir é trabalho da lógica interna das técnicas, mas pode ser também da imaginação de artistas. A tecnologia como um problema, abstração ou idéia é, para a arte, mais importante do que os seus produtos. O artista, além de refletir em sua arte o que existe no mundo, tem a capacidade de agir junto no mundo. O valor de uma obra de arte tecnológica não deve residir na tecnologia em si mesma, porém nos movimentos criativos da arte sobre a tecnologia. Desta maneira, não há superioridade de uma arte que usa tecnologia, independente do grau desta, sobre uma outra que não usa, ainda que existam dois discursos na arte de agora que em certa medida se confrontam: o da assim chamada arte contemporânea, que sente a falta de poesia ou conteúdo nas obras da arte tecnológica; e o da arte tecnológica, que se coloca num patamar superior às assim denominadas artes tradicionais. Não existe progresso artístico e não há uma evolução dos estilos conforme o progresso tecnológico: em arte não há progresso nem regresso, mas criação, complexidade, transformação e abertura. Da mesma forma que para a arte de vanguarda noções como belo, história e origem já não tinham tanta importância, a arte de agora coloca de lado as noções de manifesto e movimento. A arte de agora é feita da aceleração, acúmulo e esquecimento de obras e artistas, dentro de uma interconectividade, presentificação, saturação e complexidade crescentes. A confusão sobre certas produções serem arte ou outra coisa cotidiano, ciência, política, tecnologia leva-nos ao seguinte problema: há um limite ou deveria haver importância no limite entre duas coisas quando estas se conectam? É por isso que para nós, o conceito de objeto tem um sentido mais amplo, já que é máquina, signo, objeto técnico e imagem poética, sempre em estado de conexão. E a arte consistente, ou um projeto poético que está de acordo com a nossa época, deve ser pesquisa: estética e científica.___________________________________________exhibiting machines + functioning machines: The aim of this study is to discuss the machine in current art as a proposition for upcoming art. The machine in the age of computers and internet is the information machine. Before, heavy and monstruous, it now comes closer to the human being and becomes an idea, an abstraction, diagrams and numbers, a problem or poetry. This way we exhibit questioning and thoughts about the machine in art and make them function. The shape technology presents is work of the internal logic of techniques, but it can also be result of the artists imagination. Technology as an issue, object or idea is, to art, more important than its products. The artist, besides reflecting in his art what exists in the world, has the capacity to act in the world. The value of technological work of art doesnt reside in technology itself, but in the creative movements of art on technology. Thus, there is no superiority of an art that uses technology, regardless of its degree, over another that doesnt use it, even considering two existing discourses in present art which are opposite to a certain degree: the discourse of the so-called contemporary art that feels the absence of poetry or content in technological artwork, and that of technological art, which is put at a superior level in comparison to traditional art. Theres no artistic progress and theres no evolution of styles according to technological progress: in art theres no progress or regress, but creation, complexity, transformation and openness. In the same way that for the avant-garde art notions such as beauty, history and origin already didnt carry so much importance, current art is made from acceleration, accumulation and oblivion of works and artists, within increasing interconnectivity, presentification, saturation and complexity. The confusion about certain productions being or not art or something else daily life, science, politics, technology leads us to an issue: is there a limit or shouldnt there be an importance in the limit between two things when they are connected? Thats the reason why the concept of object has a wider meaning, as it is machine, sign, technical object and poetic image, always in state of connection. And consistent art, or a poetical project that is in accordance with our epoch, must be research: aesthetic and scientific.
máquinas que se exibem + máquinas funcionando
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Tags: "Arte "Avant-garde "Contemporary "Current "Estética "Functioning "Machine "Movimentos "Technological Aesthetics" Agora" Art" Contemporânea" da de Movements" Máquina" Object Objeto Tecnológica" Vanguarda"
Essa pesquisa tem como objetivo mais direto falar sobre a máquina na arte de agora como uma proposta para a arte que vem. A máquina na era dos computadores e da Internet é a máquina da informação. Antes pesada e monstruosa, ela fica mais próxima do ser humano e se torna uma idéia, uma abstração, diagramas e números, um problema ou uma poesia. Deste modo é que exibimos e fazemos funcionar alguns questionamentos e pensamentos sobre a máquina na arte. A forma que a tecnologia deve possuir é trabalho da lógica interna das técnicas, mas pode ser também da imaginação de artistas. A tecnologia como um problema, abstração ou idéia é, para a arte, mais importante do que os seus produtos. O artista, além de refletir em sua arte o que existe no mundo, tem a capacidade de agir junto no mundo. O valor de uma obra de arte tecnológica não deve residir na tecnologia em si mesma, porém nos movimentos criativos da arte sobre a tecnologia. Desta maneira, não há superioridade de uma arte que usa tecnologia, independente do grau desta, sobre uma outra que não usa, ainda que existam dois discursos na arte de agora que em certa medida se confrontam: o da assim chamada arte contemporânea, que sente a falta de poesia ou conteúdo nas obras da arte tecnológica; e o da arte tecnológica, que se coloca num patamar superior às assim denominadas artes tradicionais. Não existe progresso artístico e não há uma evolução dos estilos conforme o progresso tecnológico: em arte não há progresso nem regresso, mas criação, complexidade, transformação e abertura. Da mesma forma que para a arte de vanguarda noções como belo, história e origem já não tinham tanta importância, a arte de agora coloca de lado as noções de manifesto e movimento. A arte de agora é feita da aceleração, acúmulo e esquecimento de obras e artistas, dentro de uma interconectividade, presentificação, saturação e complexidade crescentes. A confusão sobre certas produções serem arte ou outra coisa cotidiano, ciência, política, tecnologia leva-nos ao seguinte problema: há um limite ou deveria haver importância no limite entre duas coisas quando estas se conectam? É por isso que para nós, o conceito de objeto tem um sentido mais amplo, já que é máquina, signo, objeto técnico e imagem poética, sempre em estado de conexão. E a arte consistente, ou um projeto poético que está de acordo com a nossa época, deve ser pesquisa: estética e científica.___________________________________________exhibiting machines + functioning machines: The aim of this study is to discuss the machine in current art as a proposition for upcoming art. The machine in the age of computers and internet is the information machine. Before, heavy and monstruous, it now comes closer to the human being and becomes an idea, an abstraction, diagrams and numbers, a problem or poetry. This way we exhibit questioning and thoughts about the machine in art and make them function. The shape technology presents is work of the internal logic of techniques, but it can also be result of the artists imagination. Technology as an issue, object or idea is, to art, more important than its products. The artist, besides reflecting in his art what exists in the world, has the capacity to act in the world. The value of technological work of art doesnt reside in technology itself, but in the creative movements of art on technology. Thus, there is no superiority of an art that uses technology, regardless of its degree, over another that doesnt use it, even considering two existing discourses in present art which are opposite to a certain degree: the discourse of the so-called contemporary art that feels the absence of poetry or content in technological artwork, and that of technological art, which is put at a superior level in comparison to traditional art. Theres no artistic progress and theres no evolution of styles according to technological progress: in art theres no progress or regress, but creation, complexity, transformation and openness. In the same way that for the avant-garde art notions such as beauty, history and origin already didnt carry so much importance, current art is made from acceleration, accumulation and oblivion of works and artists, within increasing interconnectivity, presentification, saturation and complexity. The confusion about certain productions being or not art or something else daily life, science, politics, technology leads us to an issue: is there a limit or shouldnt there be an importance in the limit between two things when they are connected? Thats the reason why the concept of object has a wider meaning, as it is machine, sign, technical object and poetic image, always in state of connection. And consistent art, or a poetical project that is in accordance with our epoch, must be research: aesthetic and scientific.
máquinas que se exibem + máquinas funcionando
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Tags: "Arte "Estética "Movimentos Agora" Contemporânea" da de Máquina" Objeto Tecnológica" Vanguarda"
Essa pesquisa tem como objetivo mais direto falar sobre a máquina na arte de agora como uma proposta para a arte que vem. A máquina na era dos computadores e da Internet é a máquina da informação. Antes pesada e monstruosa, ela fica mais próxima do ser humano e se torna uma idéia, uma abstração, diagramas e números, um problema ou uma poesia. Deste modo é que exibimos e fazemos funcionar alguns questionamentos e pensamentos sobre a máquina na arte. A forma que a tecnologia deve possuir é trabalho da lógica interna das técnicas, mas pode ser também da imaginação de artistas. A tecnologia como um problema, abstração ou idéia é, para a arte, mais importante do que os seus produtos. O artista, além de refletir em sua arte o que existe no mundo, tem a capacidade de agir junto no mundo. O valor de uma obra de arte tecnológica não deve residir na tecnologia em si mesma, porém nos movimentos criativos da arte sobre a tecnologia. Desta maneira, não há superioridade de uma arte que usa tecnologia, independente do grau desta, sobre uma outra que não usa, ainda que existam dois discursos na arte de agora que em certa medida se confrontam: o da assim chamada arte contemporânea, que sente a falta de poesia ou conteúdo nas obras da arte tecnológica; e o da arte tecnológica, que se coloca num patamar superior às assim denominadas artes tradicionais. Não existe progresso artístico e não há uma evolução dos estilos conforme o progresso tecnológico: em arte não há progresso nem regresso, mas criação, complexidade, transformação e abertura. Da mesma forma que para a arte de vanguarda noções como belo, história e origem já não tinham tanta importância, a arte de agora coloca de lado as noções de manifesto e movimento. A arte de agora é feita da aceleração, acúmulo e esquecimento de obras e artistas, dentro de uma interconectividade, presentificação, saturação e complexidade crescentes. A confusão sobre certas produções serem arte ou outra coisa cotidiano, ciência, política, tecnologia leva-nos ao seguinte problema: há um limite ou deveria haver importância no limite entre duas coisas quando estas se conectam? É por isso que para nós, o conceito de objeto tem um sentido mais amplo, já que é máquina, signo, objeto técnico e imagem poética, sempre em estado de conexão. E a arte consistente, ou um projeto poético que está de acordo com a nossa época, deve ser pesquisa: estética e científica.___________________________________________exhibiting machines + functioning machines: The aim of this study is to discuss the machine in current art as a proposition for upcoming art. The machine in the age of computers and internet is the information machine. Before, heavy and monstruous, it now comes closer to the human being and becomes an idea, an abstraction, diagrams and numbers, a problem or poetry. This way we exhibit questioning and thoughts about the machine in art and make them function. The shape technology presents is work of the internal logic of techniques, but it can also be result of the artists imagination. Technology as an issue, object or idea is, to art, more important than its products. The artist, besides reflecting in his art what exists in the world, has the capacity to act in the world. The value of technological work of art doesnt reside in technology itself, but in the creative movements of art on technology. Thus, there is no superiority of an art that uses technology, regardless of its degree, over another that doesnt use it, even considering two existing discourses in present art which are opposite to a certain degree: the discourse of the so-called contemporary art that feels the absence of poetry or content in technological artwork, and that of technological art, which is put at a superior level in comparison to traditional art. Theres no artistic progress and theres no evolution of styles according to technological progress: in art theres no progress or regress, but creation, complexity, transformation and openness. In the same way that for the avant-garde art notions such as beauty, history and origin already didnt carry so much importance, current art is made from acceleration, accumulation and oblivion of works and artists, within increasing interconnectivity, presentification, saturation and complexity. The confusion about certain productions being or not art or something else daily life, science, politics, technology leads us to an issue: is there a limit or shouldnt there be an importance in the limit between two things when they are connected? Thats the reason why the concept of object has a wider meaning, as it is machine, sign, technical object and poetic image, always in state of connection. And consistent art, or a poetical project that is in accordance with our epoch, must be research: aesthetic and scientific.
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Essa pesquisa tem como objetivo mais direto falar sobre a máquina na arte de agora como uma proposta para a arte que vem. A máquina na era dos computadores e da Internet é a máquina da informação. Antes pesada e monstruosa, ela fica mais próxima do ser humano e se torna uma idéia, uma abstração, diagramas e números, um problema ou uma poesia. Deste modo é que exibimos e fazemos funcionar alguns questionamentos e pensamentos sobre a máquina na arte. A forma que a tecnologia deve possuir é trabalho da lógica interna das técnicas, mas pode ser também da imaginação de artistas. A tecnologia como um problema, abstração ou idéia é, para a arte, mais importante do que os seus produtos. O artista, além de refletir em sua arte o que existe no mundo, tem a capacidade de agir junto no mundo. O valor de uma obra de arte tecnológica não deve residir na tecnologia em si mesma, porém nos movimentos criativos da arte sobre a tecnologia. Desta maneira, não há superioridade de uma arte que usa tecnologia, independente do grau desta, sobre uma outra que não usa, ainda que existam dois discursos na arte de agora que em certa medida se confrontam: o da assim chamada arte contemporânea, que sente a falta de poesia ou conteúdo nas obras da arte tecnológica; e o da arte tecnológica, que se coloca num patamar superior às assim denominadas artes tradicionais. Não existe progresso artístico e não há uma evolução dos estilos conforme o progresso tecnológico: em arte não há progresso nem regresso, mas criação, complexidade, transformação e abertura. Da mesma forma que para a arte de vanguarda noções como belo, história e origem já não tinham tanta importância, a arte de agora coloca de lado as noções de manifesto e movimento. A arte de agora é feita da aceleração, acúmulo e esquecimento de obras e artistas, dentro de uma interconectividade, presentificação, saturação e complexidade crescentes. A confusão sobre certas produções serem arte ou outra coisa cotidiano, ciência, política, tecnologia leva-nos ao seguinte problema: há um limite ou deveria haver importância no limite entre duas coisas quando estas se conectam? É por isso que para nós, o conceito de objeto tem um sentido mais amplo, já que é máquina, signo, objeto técnico e imagem poética, sempre em estado de conexão. E a arte consistente, ou um projeto poético que está de acordo com a nossa época, deve ser pesquisa: estética e científica.___________________________________________exhibiting machines + functioning machines: The aim of this study is to discuss the machine in current art as a proposition for upcoming art. The machine in the age of computers and internet is the information machine. Before, heavy and monstruous, it now comes closer to the human being and becomes an idea, an abstraction, diagrams and numbers, a problem or poetry. This way we exhibit questioning and thoughts about the machine in art and make them function. The shape technology presents is work of the internal logic of techniques, but it can also be result of the artists imagination. Technology as an issue, object or idea is, to art, more important than its products. The artist, besides reflecting in his art what exists in the world, has the capacity to act in the world. The value of technological work of art doesnt reside in technology itself, but in the creative movements of art on technology. Thus, there is no superiority of an art that uses technology, regardless of its degree, over another that doesnt use it, even considering two existing discourses in present art which are opposite to a certain degree: the discourse of the so-called contemporary art that feels the absence of poetry or content in technological artwork, and that of technological art, which is put at a superior level in comparison to traditional art. Theres no artistic progress and theres no evolution of styles according to technological progress: in art theres no progress or regress, but creation, complexity, transformation and openness. In the same way that for the avant-garde art notions such as beauty, history and origin already didnt carry so much importance, current art is made from acceleration, accumulation and oblivion of works and artists, within increasing interconnectivity, presentification, saturation and complexity. The confusion about certain productions being or not art or something else daily life, science, politics, technology leads us to an issue: is there a limit or shouldnt there be an importance in the limit between two things when they are connected? Thats the reason why the concept of object has a wider meaning, as it is machine, sign, technical object and poetic image, always in state of connection. And consistent art, or a poetical project that is in accordance with our epoch, must be research: aesthetic and scientific.
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Essa pesquisa tem como objetivo mais direto falar sobre a máquina na arte de agora como uma proposta para a arte que vem. A máquina na era dos computadores e da Internet é a máquina da informação. Antes pesada e monstruosa, ela fica mais próxima do ser humano e se torna uma idéia, uma abstração, diagramas e números, um problema ou uma poesia. Deste modo é que exibimos e fazemos funcionar alguns questionamentos e pensamentos sobre a máquina na arte. A forma que a tecnologia deve possuir é trabalho da lógica interna das técnicas, mas pode ser também da imaginação de artistas. A tecnologia como um problema, abstração ou idéia é, para a arte, mais importante do que os seus produtos. O artista, além de refletir em sua arte o que existe no mundo, tem a capacidade de agir junto no mundo. O valor de uma obra de arte tecnológica não deve residir na tecnologia em si mesma, porém nos movimentos criativos da arte sobre a tecnologia. Desta maneira, não há superioridade de uma arte que usa tecnologia, independente do grau desta, sobre uma outra que não usa, ainda que existam dois discursos na arte de agora que em certa medida se confrontam: o da assim chamada arte contemporânea, que sente a falta de poesia ou conteúdo nas obras da arte tecnológica; e o da arte tecnológica, que se coloca num patamar superior às assim denominadas artes tradicionais. Não existe progresso artístico e não há uma evolução dos estilos conforme o progresso tecnológico: em arte não há progresso nem regresso, mas criação, complexidade, transformação e abertura. Da mesma forma que para a arte de vanguarda noções como belo, história e origem já não tinham tanta importância, a arte de agora coloca de lado as noções de manifesto e movimento. A arte de agora é feita da aceleração, acúmulo e esquecimento de obras e artistas, dentro de uma interconectividade, presentificação, saturação e complexidade crescentes. A confusão sobre certas produções serem arte ou outra coisa cotidiano, ciência, política, tecnologia leva-nos ao seguinte problema: há um limite ou deveria haver importância no limite entre duas coisas quando estas se conectam? É por isso que para nós, o conceito de objeto tem um sentido mais amplo, já que é máquina, signo, objeto técnico e imagem poética, sempre em estado de conexão. E a arte consistente, ou um projeto poético que está de acordo com a nossa época, deve ser pesquisa: estética e científica.___________________________________________exhibiting machines + functioning machines: The aim of this study is to discuss the machine in current art as a proposition for upcoming art. The machine in the age of computers and internet is the information machine. Before, heavy and monstruous, it now comes closer to the human being and becomes an idea, an abstraction, diagrams and numbers, a problem or poetry. This way we exhibit questioning and thoughts about the machine in art and make them function. The shape technology presents is work of the internal logic of techniques, but it can also be result of the artists imagination. Technology as an issue, object or idea is, to art, more important than its products. The artist, besides reflecting in his art what exists in the world, has the capacity to act in the world. The value of technological work of art doesnt reside in technology itself, but in the creative movements of art on technology. Thus, there is no superiority of an art that uses technology, regardless of its degree, over another that doesnt use it, even considering two existing discourses in present art which are opposite to a certain degree: the discourse of the so-called contemporary art that feels the absence of poetry or content in technological artwork, and that of technological art, which is put at a superior level in comparison to traditional art. Theres no artistic progress and theres no evolution of styles according to technological progress: in art theres no progress or regress, but creation, complexity, transformation and openness. In the same way that for the avant-garde art notions such as beauty, history and origin already didnt carry so much importance, current art is made from acceleration, accumulation and oblivion of works and artists, within increasing interconnectivity, presentification, saturation and complexity. The confusion about certain productions being or not art or something else daily life, science, politics, technology leads us to an issue: is there a limit or shouldnt there be an importance in the limit between two things when they are connected? Thats the reason why the concept of object has a wider meaning, as it is machine, sign, technical object and poetic image, always in state of connection. And consistent art, or a poetical project that is in accordance with our epoch, must be research: aesthetic and scientific.
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Essa pesquisa tem como objetivo mais direto falar sobre a máquina na arte de agora como uma proposta para a arte que vem. A máquina na era dos computadores e da Internet é a máquina da informação. Antes pesada e monstruosa, ela fica mais próxima do ser humano e se torna uma idéia, uma abstração, diagramas e números, um problema ou uma poesia. Deste modo é que exibimos e fazemos funcionar alguns questionamentos e pensamentos sobre a máquina na arte. A forma que a tecnologia deve possuir é trabalho da lógica interna das técnicas, mas pode ser também da imaginação de artistas. A tecnologia como um problema, abstração ou idéia é, para a arte, mais importante do que os seus produtos. O artista, além de refletir em sua arte o que existe no mundo, tem a capacidade de agir junto no mundo. O valor de uma obra de arte tecnológica não deve residir na tecnologia em si mesma, porém nos movimentos criativos da arte sobre a tecnologia. Desta maneira, não há superioridade de uma arte que usa tecnologia, independente do grau desta, sobre uma outra que não usa, ainda que existam dois discursos na arte de agora que em certa medida se confrontam: o da assim chamada arte contemporânea, que sente a falta de poesia ou conteúdo nas obras da arte tecnológica; e o da arte tecnológica, que se coloca num patamar superior às assim denominadas artes tradicionais. Não existe progresso artístico e não há uma evolução dos estilos conforme o progresso tecnológico: em arte não há progresso nem regresso, mas criação, complexidade, transformação e abertura. Da mesma forma que para a arte de vanguarda noções como belo, história e origem já não tinham tanta importância, a arte de agora coloca de lado as noções de manifesto e movimento. A arte de agora é feita da aceleração, acúmulo e esquecimento de obras e artistas, dentro de uma interconectividade, presentificação, saturação e complexidade crescentes. A confusão sobre certas produções serem arte ou outra coisa cotidiano, ciência, política, tecnologia leva-nos ao seguinte problema: há um limite ou deveria haver importância no limite entre duas coisas quando estas se conectam? É por isso que para nós, o conceito de objeto tem um sentido mais amplo, já que é máquina, signo, objeto técnico e imagem poética, sempre em estado de conexão. E a arte consistente, ou um projeto poético que está de acordo com a nossa época, deve ser pesquisa: estética e científica.___________________________________________exhibiting machines + functioning machines: The aim of this study is to discuss the machine in current art as a proposition for upcoming art. The machine in the age of computers and internet is the information machine. Before, heavy and monstruous, it now comes closer to the human being and becomes an idea, an abstraction, diagrams and numbers, a problem or poetry. This way we exhibit questioning and thoughts about the machine in art and make them function. The shape technology presents is work of the internal logic of techniques, but it can also be result of the artists imagination. Technology as an issue, object or idea is, to art, more important than its products. The artist, besides reflecting in his art what exists in the world, has the capacity to act in the world. The value of technological work of art doesnt reside in technology itself, but in the creative movements of art on technology. Thus, there is no superiority of an art that uses technology, regardless of its degree, over another that doesnt use it, even considering two existing discourses in present art which are opposite to a certain degree: the discourse of the so-called contemporary art that feels the absence of poetry or content in technological artwork, and that of technological art, which is put at a superior level in comparison to traditional art. Theres no artistic progress and theres no evolution of styles according to technological progress: in art theres no progress or regress, but creation, complexity, transformation and openness. In the same way that for the avant-garde art notions such as beauty, history and origin already didnt carry so much importance, current art is made from acceleration, accumulation and oblivion of works and artists, within increasing interconnectivity, presentification, saturation and complexity. The confusion about certain productions being or not art or something else daily life, science, politics, technology leads us to an issue: is there a limit or shouldnt there be an importance in the limit between two things when they are connected? Thats the reason why the concept of object has a wider meaning, as it is machine, sign, technical object and poetic image, always in state of connection. And consistent art, or a poetical project that is in accordance with our epoch, must be research: aesthetic and scientific.
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